Neto de quem? A típica pergunta que se ouve quando se chama neto.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Neto quer uma Hilux por inteiro.



Material criado para promover o kit de opcionais da Hilux com parceria do Brunão.
É isso aí galera, espero que curtam.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Neto em dia de faxina

Os desarrumes não se movem sozinhos,
mas me bagunçam neles.
"Isso é daqui, isso pode deixar ali mesmo"
Por que nada nunca está onde deveria?

Se nem eu pertenço onde estou,

não vale a pena arrumar.
A partir de hoje não vou me importar
e tudo ficará como está.

A partir de hoje arrumei um outro vício:

achar o meu lugar.

Neto merecia um 307


Caramba, tô muito ausente por aqui, mas vou tentar aparecer mais. Bom, hoje posto aí pra vocês um trampo da agência com arte do meu grande amigo Bruno e texto meu: um formato diferenciado que permite uma abordagem mais descontraída. Espero que gostem.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Firula's por Neto




E ae galera, tempos sem postar! Fim de semestre na faculdade, agência indo a mil por hora, quase não sobra tempo mesmo. Mas vou postar aqui uma arte que eu fiz pro Jantar Especial do Firula's Café. Também pra ajudar a divulgar o evento. Espero que gostem :D

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Neto, aperta o play

video

VT para a Fiat Enzo, com arte de Thiago Barros: Só na Fiat Enzo.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Neto em: mexendo nos guardados

Não eram comuns, e nem queriam ser.
Eram dois tipos de coisas
coisas estranhas, nulas e hipotéticas
falando de velório pra rir da vida
e no fim era a vida que lhes ria.
Contando lorotas entre anedotas
sendo gente pra parecer comum
sendo bicho pra parecerem vivos
sendo mentira pra contar verdades.

Todo esse tipo que lhe olha nem vê
no fim nem todas as bonecas são de porcelana
e nem todas porcelanas tem manuais
Já os boatos que lhe dizem esteja atento
em demasia bonequices hão de ser.

Cada qual verdade é para cada um,
como um velório de muitas histórias
onde bocas cheias de verdade não sabem nem olhar pra si.
Quantos caminhos hão de haver, e os que se calarem hão de ver
que entre tantas possibilidades ser é mais interessante que não ser.

Neto for a dream



Esse post será uma série dos meus trabalhos de faculdade, julgados menos ruins para estar por cá. Esse em especial é um cartaz de filme criado como versão do filme Requiem for a Dream, que por sinal gosto muito. Foi um trabalho bacana porque necessitou a realização da produção fotográfica e análise do filme para criar um conceito diferente para o já existente. Vou colocar as minhas versões, as originais e o trailer do filme no post. É isso espero que gostem do resultado e da participação dos modelos (nada como ter amigos de pouca vergonha).






sábado, 20 de março de 2010

Neto comemora aniversário com o circo

27 de março também é dia do circo, tão logo:


Havia um circo dentre em mim

malabares no meu baço
risadas de palhaço
e magia no meu rim

Havia um trapezista
e essa é a minha pista
que gritou do alto, é de vista
o meu mal de usar brim

E isso não é mentira,
(e se for talvez prefira)
só porque do meu sangue roubavam a lira
pra escrever na minha pele assim:

Quem me tocar há de notal um estrabismo pueril,
mas se preferir ficar há de tomar um ouvido bem gentil

Mas como se de minha garganta
evoquei por vezes uma santa
que roubou um coração de mim

Ficando calado tal como as plantas
desconfiados disseram: conta !
esperando algo de mim

E um ventrículo na minha perna
me aplaudia com desordem
indo de derme em derme
me tatuou só pra mim

E eu me chamei linfático
meio por acaso, quando descobri com um médico
que miopia não é mal
e se for não é ruim

Aí me calaram a boca caipira
que o que eu falava era heresia
E naquele picadeiro não existiria
tal romance assim

E houve um elefante,
que se propôs a ser amante
não agora, desde antes
me chamando de arlequim

Neto tá de dariz endupido


Coincidência ou não, vítima desse clima árido-seco que permanece em Campo Grande, eu tive hoje uma crise alérgica daquelas que culminou em algumas horas com o nariz trancado. Aí lembrei desse anúncio, criado no ano passado na faculdade para um produto descongestionante nasal. Proposta simples, com foco no texto e utilizando de algo comum que é a própria característica de quem está necessitando desse remédio: a fala anasalada. É isso, espero que gostem.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Neto indica

Acabei de assistir 500 Dias com ela (500 Days of Summer), e bem, o filme é tudo e mais um pouco o que me falaram (adoro histórias de amor que não dão certo e só parecem bonitinhas no começo). Além de um roteiro e trilhas excelentes, o fime tem também Zooey Deschanel, que fez também "Sim Senhor" e que é a integrante do meu dueto favorito: She and Him.
Eles tem apenas um álbum, mas é o tipo que, ao menos eu, consigo gostar de todas as músicas indubitavelmente. Seguindo um estilo acoustic indie, as músicas são tipo perfeitas pra ficar de boa. Além de que as músicas fazem umas super referências "auditivas" às músicas dos anos 50's e 60's, então quem curte deveria conhecer...
Bom, junto a esse post vou colocar alguns vídeos deles (She and Him) e também o trailer de 500 Dias com ela.







É isso galera espero que curtam aí!

Neto na madrugada

Às vezes me passa, como se nunca tivesse passado
como se nunca estivesse estado
e se fosse isso, talvez a razão.
Às vezes me toma, como quem nunca tivesse tomado
em goles tão cheios, de tão puro pecado
na boca virgem, dos lábios em questão.
Às vezes me chupa, como quem tem costume e hábito
tem-me tão facilmente ao seu lado, porque o sermão?
Às vezes se deita, como puta faceira
olhando pro nada, gozando por dentro
falando tão alto de um jeito brejeira...
Às vezes me deixa, como deixam as mesmas
promete que volta, como voltam os maridos
dizendo novidades, como prometido.
Às vezes me mente, como mentem meus olhos
são três horas de lágrimas, de noite sono perdido,
de amor bandido, de desilusão.
Às vezes vem solta, correndo pros meus braços
tocando meus lábios, vazando do meu peito,
escorregando pro colchão.
Às vezes não vem, e eu espero
trazendo respostas, trazendo mistério,
e por fim algo sincero: poesia de quase-inverno
em um novo coração.