Os desarrumes não se movem sozinhos, mas me bagunçam neles. "Isso é daqui, isso pode deixar ali mesmo" Por que nada nunca está onde deveria? Se nem eu pertenço onde estou, não vale a pena arrumar. A partir de hoje não vou me importar e tudo ficará como está.
A partir de hoje arrumei um outro vício: achar o meu lugar.
Caramba, tô muito ausente por aqui, mas vou tentar aparecer mais. Bom, hoje posto aí pra vocês um trampo da agência com arte do meu grande amigo Bruno e texto meu: um formato diferenciado que permite uma abordagem mais descontraída. Espero que gostem.
E ae galera, tempos sem postar! Fim de semestre na faculdade, agência indo a mil por hora, quase não sobra tempo mesmo. Mas vou postar aqui uma arte que eu fiz pro Jantar Especial do Firula's Café. Também pra ajudar a divulgar o evento. Espero que gostem :D
Não eram comuns, e nem queriam ser. Eram dois tipos de coisas coisas estranhas, nulas e hipotéticas falando de velório pra rir da vida e no fim era a vida que lhes ria. Contando lorotas entre anedotas sendo gente pra parecer comum sendo bicho pra parecerem vivos sendo mentira pra contar verdades.
Todo esse tipo que lhe olha nem vê no fim nem todas as bonecas são de porcelana e nem todas porcelanas tem manuais Já os boatos que lhe dizem esteja atento em demasia bonequices hão de ser.
Cada qual verdade é para cada um, como um velório de muitas histórias onde bocas cheias de verdade não sabem nem olhar pra si. Quantos caminhos hão de haver, e os que se calarem hão de ver que entre tantas possibilidades ser é mais interessante que não ser.
Esse post será uma série dos meus trabalhos de faculdade, julgados menos ruins para estar por cá. Esse em especial é um cartaz de filme criado como versão do filme Requiem for a Dream, que por sinal gosto muito. Foi um trabalho bacana porque necessitou a realização da produção fotográfica e análise do filme para criar um conceito diferente para o já existente. Vou colocar as minhas versões, as originais e o trailer do filme no post. É isso espero que gostem do resultado e da participação dos modelos (nada como ter amigos de pouca vergonha).
Ariano de pouco tamanho, pouco cabelo, pouca vergonha e poucas palavras.
Apreciador de poesias, comidas, teatro, música e filmes. Publicitário por esforço pessoal, redator por equívoco do ego.
Neto gosta de: bolos de aniversário, fazer listas, vocais femininos, andar descalço, rasgar tecido e cultura idiota.
Neto não gosta de: barulhos repetitivos, perder coisas, fanáticos religiosos e cumprimentar semi-conhecidos.